FP - Nosferatu Alucard

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Mensagem por Alucard em Ter Maio 05, 2015 8:59 pm
Nome: Apesar de se apresentar (muitas vezes) como "Nosferatu Alucard" (e gostar de ser chamado apenas de Alucard), ele, na verdade, é Vlad III Drácula, possivelmente o primeiro vampiro da História.
Idade: 312 anos
Local de Nascimento: Sighisoara, Romênia
Local de Treinamento: Inferno

Características Físicas:
Alucard, em sua forma do Conde, é um homem alto e pálido, de aspecto magro, com cabelos negros desarrumados, nariz aquilino e olhos vermelhos (os olhos vermelhos estão presentes em todas as suas formas e se acendem quando ele está furioso). Possui a pele tão fria quanto a de um morto. Fala com um levíssimo sotaque romeno, tão leve que é imperceptível aos ouvidos menos atentos. Costuma usar botas de cavalgada, um sobretudo vermelho, uma gravata vermelha com um nó bastante complexo, um chapéu de bico mole, óculos e luvas. As luvas, apesar de aparentarem ser apenas luvas brancas normais, possuem um selo ocultista (o pentagrama), que é um selo posto por Hades para limitar os poderes de Alucard.

Por ser um vampiro, Alucard não possui sombra, não aparece em espelhos (pois o reflexo do espelho é um reflexo da alma, que Alucard não possui) e não pode atravessar água corrente, a menos que seja em maré alta ou maré baixa. Também pode se transformar em um nevoeiro...

Outra forma é uma em que ele mantém todas as características físicas da forma do Conde, mas muda a roupa: nesta, a roupa é uma única peça negra, com um peitoral igualmente negro. O tamanho de seus cabelos também varia. Nessa forma, ele pode fazer aparecer um bizarro olho vermelho em seu peito, mas esta só é usada quando Alucard considera o oponente como digno de algo "mais". Ele também gosta dessa forma por achar que esta é a que melhor representa a sua natureza como um monstro.

Porém, o próprio Alucard pode mudar de forma, o que o faz afirmar, algumas vezes, "que a forma que estou pouco importa para mim". Ele "brinca" com isso, ao mudar sempre o tamanho e o penteado de seus cabelos. Se bem que, quando muito ferido (a ponto de perder a forma humana), ele se torna uma matéria sombria negro-avermelhada e amorfa, que então se regenera.

Na sua forma original, Vlad III, ele é alto e pálido. Seus cabelos quase chegam ao chão e ele usa um bigode nessa forma. Suas vestes também mudam: ele passa a usar uma armadura medieval negra, com uma capa negra (com o interior vermelho) e uma gigantesca espada de duas mãos (uma claymore), que ele manuseia bem. MUITO bem. Porém, para Alucard aparecer nesta forma, a situação deve sercrítica: quando os Juízes são convocados pessoalmente para a guerra ou algo igualmente sério.

Características Psicológicas:
Alucard é bizarramente sádico e sedento por sangue. Seu sadismo não conhece limites, sendo particularmente impiedoso com aqueles que ele não vê como oponentes dignos. O Juiz regula sua força de acordo com a do oponente, de modo que possa se "divertir" na luta.

E é aí que Alucard mais se destaca: ele permite que golpes que seriam letais em condições normais o atinjam e simplesmente se regenera, para então revidar. Ele adora poder quebrar seus oponentes (em termos psicológicos), ao simplesmente regenerar ferimentos mortais como se não fossem nada. Também é muito arrogante e possui um senso de humor negro, sádico e depravado. Possivelmente, a experiência que adquiriu em "guerra psicológica" em seus tempos de Vlad Drácula durante o assédio turco contra a Romênia contribuiu para tal.

Em termos de luta, ele respeita as regras de cavalaria e não ataca oponentes no chão (a menos que seja para dar o côup de grace), não ataca oponentes que não podem revidar e permite que um oponente esteja em condições de aguentar seus ataques antes de fazê-lo. Contra oponentes que ele julga "interessantes", Alucard costuma empalá-los, ao perfurar o coração.

Admira Hades por ver nele um líder forte, de acordo com as necessidades do Reino. Já Pandora é vista como representante do deus (por isso, digna de certo respeito), mas ele gosta de testá-la, provocando-a e não raro pondo a sua autoridade à prova.

Porém, apesar de tudo, Alucard sente profunda inveja dos humanos, pois estes possuem o dom da morte,ao passo que ele está condenado a vagar pela Terra até o Dia do Juízo Final. Por isso, ele diz uma frase que sempre usa quando se regenera: "Apenas um humano pode me matar. Cães, não." Pode-se entender essa frase num sentido mais geral, no sentido de "apenas os humanos podem matar os monstros." Assim, Alucard se recusa a ser morto por um monstro (entre eles, seus "colegas" de Reino), esperando o dia em que um humano cuja força de vontade extrapole os poderes do Juiz o supere numa batalha limpa. E, nas palavras dele, "nesse dia, meu eu futuro terá devorado meu eu passado. E então, morrerei."


História:
Ato I: Nosferatu

  "Espero que não tenha medo do escuro, moleque..." dizia o homem de pele da cor de café torrado enquanto trancava o garoto num quarto. Era escuro e úmido e suas únicas companhias eram os ratos e baratas: estas, pousando em seus cabelos e estes subindo-lhe pelas pernas. E lá estava ele, um nobre romeno, tratado como um simples criminoso, à mercê dos turcos. Dos inimigos.

 Dos Shaitan*.

 E por causa de política. Por que seu pai tinha que fazer aquilo? Vlad e Radu ainda eram crianças, não tinham nada a ver. Mas eles iam ver: quando Vlad fosse o Voivoda, eles iriam ver... iriam ver... iriam ver...

-x-

 Ele acordou de súbito. Estava em sua cadeira confortável, em sua masmorra com as paredes de pedra fria e nua.

 "Um... sonho...?

 Sacudiu a cabeça.

 "Quanta estupidez..."

-x-

 Nosferatu Alucard. O General do Abismo. O Imortal. O Impalador. O Rei da Não-Vida. Sua história era confusa e havia adeptos de uma teoria que dizia que ele era um demônio do Meikai que chegou ao posto de Juiz. Outros dizem que ele é uma sombra que ganhou consciência e reclamou o posto e a sapuris de Wyvern. Mas um terceiro grupo (que é a maioria em relação aos anteriores), conta uma história. Os detalhes são nebulosos e imprecisos, mas o começo é sempre o mesmo. Sempre, sempre o mesmo...

 Em 1476, na Turquia...

-x-

 Bucareste. Uma batalha. Ganha por um lado e, lógico, perdida pelo outro.

 Ele ia ser executado. Logo ele, o Voivoda*, o senhor da Valáquia! Mas ia sim. Ia ser executado por decapitação, teria sua cabeça salgada e enviada ao líder dos inimigos.

 "E então, franj*? Onde está o seu Deus?", perguntava um sujeitinho baixo e atarracado, com uma pele morena e barba comprida. "Isso irá mostrar a todos a ira de Allah, que se abate contra os infiéis!! A djihad irá desabar sobre suas cabeças como os trovões que Allah junto a Maomé impele pelas nuvens negras das tempestades no céu!!"

 "Pode ser. Mas, nesse dia, a sua mãe, se entregando da maneira mais abjeta no pior meretrício que existe, virá a saber que seu filho morreu empalado e chorou como uma menina enquanto implorava misericórdia? Ainda mais a um franj?", respondeu ele em árabe, ganhado um belo chute na boca do estômago em resposta. Bile subiu à sua boca, enquanto ele (que estava preso a um patíbulo como um criminoso comum), precisou ficar numa posição humilhante para recuperar o fôlego.

 O rosto do homem estava inchado de fúria.
 
 "Franj imundo! Cortaremos sua cabeça e a salgaremos para enviá-la ao nosso senhor, Mehmet II! Depois lhe enterraremos em cova rasa e salgaremos sua sepultura, para que nada nasça sobre ela!! E o Profeta irá garantir que sua pele seja sempre açoitada por demônios nos mármores da Gehane!! Logo, toda a Europa seguirá os preceitos do Livro Sagrado!! E NÃO RIA, SEU FRANJ IMUNDO!!"

 Ele deu um sorrisinho irônico. "Não precisa gritar", ele pensou,"Deus não é surdo."



-----x-----

Ato II: Drácula


 Mas não havia escapatória. Ele ia morrer. Seus cabelos crescidos tapavam-lhe a visão daquele que seria o último pôr-do-Sol que veria, nesta vida.

 Mas olhou para baixo e viu algo que chamou-lhe a atenção. "Sangue...", disse para si mesmo tão baixinho que ele mal ouviu a própria voz. Abriu um sorriso mínimo. Era adequado. Morrer bebendo sangue...  o que mais eternizaria a sua fama de monstro?

 Abaixou a cabeça. O corpo mal-tratado estava no limite de suas forças. O machado subiu. Mas ele deveria alcançar o sangue, ou pareceria que ele tentou, inutilmente, fugir.

 Abaixou mais ainda e seus músculos protestaram, mas foi o suficiente. Alcançou o solo, lambeu o líquido de cheiro salobro no exato momento que o machado cortou-lhe a pele da nuca.

 Sua cabeça saiu voando como um pássaro...

 ... mas ele estava longe de estar morto.

-x-

 A princípio, não compreendeu. Estava vivo, mas via o corpo decapitado, o sangue esguichando de seu pescoço. Pouco a pouco, porém, foi sentindo-se melhor. Mais forte, mais rápido e, naturalmente, mais letal do que jamais se sentira em vida.

 E seria mentira dizer que ele não adorou a sensação.

 Os soldados muslim* restantes, antes exultantes ante à sua execução, agora o encaravam como se ele fosse um monstro. Talvez fosse medo. Talvez ele fosse mesmo.

 Talvez fosse ambos.

 Ele olhou para as próprias mãos. Usava a mesma armadura negra de sempre, mas estava diferente. Ela... irradiava poder. Irradiava energia. E, o mais importante... irradiava terror.

 Ele estava adorando aquilo.

 Dizer que aqueles homens investiram contra ele seria uma mentira deslavada. A verdade seria dizer que ele, sozinho e mais forte do que já fora em toda a sua vida, investiu contra eles.

 O exército muçulmano, ali, possuía cinco mil homens...

 ... nenhum sobrevivente.

----x----

Ato III: Fio Trançado, Destino Cruzado

 Ele vagou por toda a Europa. Entrava em combates dos quais saía vitorioso. Sempre. Mas é claro. Eles eram apenas humanos. Ele era mais que isso.

 Muito mais.

 Da Turquia à Portugal, da Islândia à Itália, todos conheciam o seu nome e sua fama, confirmada com seus atos perversos. Agora, tinham o gostinho de ver pessoalmente várias das atrocidades que foram atribuídas a ele e que, bem, eram verdadeiras. A maioria, pelo menos.

 Assim, seu nome se tornou quase uma invocação do mal, uma palavra profana que já traziao sabor de morte e o cheiro de sangue a quem o pronunciasse em voz alta.

 Drácula.

 Não sabia como,não se lembrava muito bem, mas fora à Grécia. Sentira curiosidade por conhecer o local que emprestara a sua língua à religião em que nascera*.

 Quais locais? Delfos, principalmente. Por que não conhecero local que os gregos consideravam sacrossanto, o Umbigo do Mundo? Valeria a pena a viagem, mesmo o mar sendo o pior dos infernos para ele.

 -x-

 A viagem foi longa e torturante. Mas, quase uma semana depois de ter saido da Ática, estava ele chegando àquele local.

Delfos.

 Viajava pela noite. Não que o dia o maltratasse, mas era um pouco desconfortável. Era como usar uma roupa um pouco apertada e meio quente: era ruim, mas nada impossível de se aguentar.

 Andava pelo santuário onde a pitonisa aspirava ares que diziam ser a respiração dos deuses e, assaltada pelo êxtase divino (diziam), predizia o futuro do consultante, sempre em versos declamados de maneira enigmática.

 Ele não tinha nenhuma razão em particular para estar ali. Mas fora, guiado por uma força que escapava à sua compreensão. Andava sem focar sua visão (que agora invejaria uma águia) em nada particular. Mas uma tabuleta de bronze chamou a sua atenção.

 Devia ter cerca de um metro de diâmetro, mas o estado de conservação era notável. Certamente, a decomposição não a afetou, estando protegida de alguma forma. Mas o conteúdo era... meio assustador.

 E nada, NADA, no mundo assustava Vlad Drácula.

 Dizia:

 "Rega o sangue e semeia a dor
Assim vagueia o Emapaldor,
Por séculos incontáveis há de caçar
O destino que deve aceitar,
E, no meio de infindos corvos,
Perante o Monarca dos Mortos
No-Life King há de se curvar."


 Mas o mais assustador vinha logo abaixo:

 "Por Pássaro de Hermes podem me chamar,
devorando-me as asas para me fazer domar."


 Aquilo fazia parte de um tratado valaquiano de alquimia que Vlad lera há pouco mais que dois anos!! Mas como?! Como uma mulher que vivera há milhares de anos poderia saber daquilo?! Ele ponderou se deveria dar crédito às histórias sobre o Oráculo e seus supostos poderes proféticos...

 Um galho quebrou ao longe. Vlad ouviu o som como se o fosse ao seu lado. Não queria confrontos... não agora. Por isso, resolveu tomar uma atitude atípica: transformou-se em um morcego e foi embora.

 ---x---
Ato final: O Pássaro de Hermes

 Já era... uau. Novembro de 1742. Seu tricentésimo décimo primeiro aniversário. Meia-noite. Sangue. Não poderia haver uma festa de aniversário mais apropriada.

 Ele vagava. O sangue rubro descia por suas vestes carmesins enquanto ele procurava mais vítimas para saciar-se. Era o seu aniversário. Era justo que tivesse um banquete. Sorriu com seus dentes afiados.

 Andando pela noite, ele começou a ouvir. Ouvir uma voz... Uma voz forte, que tinha um tom, entretanto, sonhador e sonambúlico... Dava ordens. Dizia a que lugares ir. Alucard sentia uma atração irresistível, algo quase físico o levar a... algum lugar.

 Ele vagava. Apenas seguia os comandos da voz, já sem controle sobre seu corpo. A paisagem foi ficando mais e mais familiar até que...

 ... Bucareste. O local onde ele morreu como humano e nasceu como monstro.

 Entretanto, a paisagem ia se mesclando. Ora era o local (já abandonado) onde sua cabeça fora cortada, ora era um fosso para o qual se dirigiam um enorme grupo de seres monocromáticos e deprimentes. As paisagens pareciam uma querer se superpor à outra, com a segunda conseguindo vencer essa pequena luta.

 Não demorou até que ele não mais estivesse na Turquia. Logo, estava no segundo local, onde os seres deprimentes, sem vontade ou espírito, se jogavam passivamente no fosso.

 A voz voltou, mas, ao invés de comandar Alucard como a um títere, lhe falou. Sobre os Espectros, as Estrelas Malignas, os Juízes. E o vampiro ouviu tudo quieto, sorrindo quando a voz citou os Juízes. Antes, é claro, de se apresentar como Hades, o deus grego da morte.

 Ele já estava ali, então por que não? Aliás, era tudo malditamente adequado. Alucard vivia de mãos dadas com a morte e a vida, a sanidade e a loucura. Isso era, sim, ser aquele que se recusa a aceitar a lei inabalável da natureza e perecer. Isso é ser Nosferatu.

 Afinal... quem é mais adequado que um morto-vivo para julgar a morte?


Última edição por Alucard em Qui Maio 07, 2015 9:53 pm, editado 2 vez(es)
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Mensagem por Alucard em Ter Maio 05, 2015 9:35 pm
Vocabulário

*Franj: Cruzado em árabe

*Shaitan: adversário em árabe. Daí vieram as palavras Satanás, satanista, satânico, etc.

*Muslim: submisso em árabe. Foi daí que surgiu a palavra "muçulmano"

*Voivoda: título dado ao soberano da Valáquia, boa parte do território que hoje conhecemos como Romênia
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Mensagem por Peixes em Qua Maio 06, 2015 9:35 am
Não tenho muito o que dizer, sua ficha está ótima, boa escrita, história envolvente. A única coisa que me chamou atenção foi o fato do seu personagem apresentar habilidades curativas. Para isso, você terá que criar uma habilidade com o fator de cura. Até você criar esta habilidade, saiba que seu personagem não poderá usar o fato de cura em qualquer interação no rpg.

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Mensagem por Peixes em Seg Maio 11, 2015 10:10 am
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Mensagem por Alucard em Seg Maio 11, 2015 7:29 pm
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Mensagem por Peixes em Sab Maio 16, 2015 9:35 am
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