Missão de Nosferatu Alucard

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Mensagem por Peixes em Seg Maio 11, 2015 11:34 am
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Missão de Alucard



Já é de meu conhecimento que minhas cento e oito estrelas malignas aparecerão em breve, algumas até mesmo já estão a rondar o submundo. Uma delas é o vampiro Alucard, um ser antigo de propriedades quase mitológicas, seus feitos se tornaram contos assim como os dos deuses. Este ser é extremamente perigoso, mesmo assim não o considero uma ameaça, pois até mesmo um vampiro ser punido pela minha força. Nesta guerra vou o colocar como um aliado, seus poderes e personalidade são de um líder viral, oque o torna excelente para ser um juiz do inferno.
Um vampiro como este, pode me ouvir facilmente. Lhe mandando uma mensagem em seu pensamento
- Alucard, venha ao meu encontro
Eu iria o testar naquele momento, coloquei uma barreira sobre todas as prisões do submundo, fazendo assim com que ninguém pudesse passar as prisões por meio de teleporte ou coisas similares, a partir dali se podia apenas passar a pé. Mesmo de fora do submundo, se alguem tentar ir ao inferno, qualquer teleporte sempre iria para a entrada. Além disso esta mesma barreira diminui a força dos que entram a medida que avançam as prisões. Queria deixar as coisas mas dificeis para o vampiro, para ver este se esforçar ao máximo


Detalhes
Então Alucard, sua missão e passar das oito prisões de Hades nos termos acima. Quando fizer uma postagem, faça um(1) post para cada prisão que passar. Você pode criar desafios ao longo do percurso de acordo com sua vontade, eu apenas avaliarei no final de cada passo, informando se conseguiu ou não.
Para os níveis que conseguira, farei um tabela informando os atributos que quero ver em sua narração, e quanto cada um destes vale em níveis.
Escrita: 1 a 2 Níveis
Criatividade: 1 a 4 Níveis
Objetividade: 1 a 2 Níveis
Interpretação da missão: 1 a 2 Níveis

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Mensagem por Alucard em Seg Maio 11, 2015 8:30 pm




 Alucard continuava vagando pelo Meikai. Ele já se acostumou a andar por aquele céu pesado, pelo chão duro e a ser atacado por hordas de almas que não duravam mais que um ou dois segundos na frente do nosferatu. À parte de Hades e talvez dos Deuses Gêmeos, Alucard era o ser mais poderoso do Inferno.

 Pois foi justamente quando estava na Sexta Prisão, observando os violentos em vida sendo queimados eternamente na morte, que recebeu uma mensagem telepática. Estava pensando se ele estaria ali se não houvesse se tornado um vampiro... E o que teria acontecido com Ilona, Mihnea, Vlad e Mircea...? Pensar sobre isso agora já é tarde. Eles etão mortos. Mas, talvez, quem sabe...

 Alucard forçou-se a focar na mensagem. Sua... família... teria que esperar. Exigia a sua presença na Giudecca... Entretanto, dessa vez, não era Pandora, querendo mais uma vez usar dos serviços de seu "cão". Não, dessa vez quem o queria era o chefe. Hades em pessoa.

 A caminhada foi relativamente tranquila. Apenas almas que se revoltavam contra a presença do morto-vivo e que eram prontamente esmagadas. Na verdade, as almas se revoltavam contra Alucard o tempo todo, mas a frequência parecia ter aumentado sabe-se lá o motivo. Se bem que o vampiro possuía uma hipótese... Se ele estivesse correto... Heh. Alucard sorriu com seus dentes afiados. Então o chefão estava interessado nele, huh?

 Na Sétima Prisão, bem, a travessia foi mais complicada. O Malebolge, com seus dez fossos, era problemático. Ademais, as almas estavam mas irritadiças que o normal. Esmagá-las já havia se tornado rotina. Existe equilíbrio e ordem mesmo no Inferno. E essa ordem deveria ser mantida.

 Na Giudecca, Alucard viu o trono de Hades enfim ocupado. Nas poucas vezes que fora até ali, foi Pandora que o recepcionou. Desta vez, quem o recebia era o chefe. Keh.

 - Nosferatu Alucard se apresentando. Em que posso ser útil? - apresentou-se o vampiro, pensando se Hades lhe desafiaria com algo grande ou se pediria para que ele fizesse o serviço de sempre.

 Limpeza de lixo.

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Mensagem por Peixes em Ter Maio 12, 2015 11:20 am
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Missão de Alucard


Narração

Era certo que viria. O vampiro Alucard estava em minha frente, se apresenta com uma frase dizendo a que veio.
- Nosferatu Alucard se apresentando. Em que posso ser útil?
Disse o vampiro. Olhei para ele e percebi que este estava de pé na guiddeca olhando para mim, o deus Hades. Não que eu gritasse, mas minha voz suou muito alto pelos redores, eu disse
Ajoelhe- se vampiro! Sua presença aqui é de meu agrado. Dentre idas e vindas por esta vasta existência tenho procurado um ser poderoso, um ser experiente e impiedoso. Seu vasto tempo nela causando o mal e proclamando o caos tem me chamado atenção, e por isso lhe faço um convite para ser um juiz do inferno pois não há ninguem melhor que um morto vivo para julgar a morte. Para isso terá que me fazer alguns trabalhos, não é de meu interesse o testar suas habilidades pois já estão claras para mim. Considere isso uma missão em nome de meu reino. Muitos seres humanos me chamado atenção na terra, alguns seres de extremo poder que tem feito o mal. É preciso que estes se tornem espectros o mais rápido possível. Por isso sua missão será os derrotar, para que morram e se tornem espectros para que assim meu reino se fortaleça.
Após falar aos montes com o vampiro, abro as mãos e chamas negras se formar sobre ela, e destas chamas se materializa um livro. Levantando de meu trono vou o entregar em mãos a Alucard.
- Aqui está tudo oque precisa.

Detalhes da missão

Neste livro que o deus Hades lhe deu estão as informações de cada uma dos seis pessoas que terá que matar tais como, seu nome, habilidades e localização, e lá ainda há um pequeno histórico de combates do mesmo, para que use como exemplo para achar alguma fraqueza. Todos estes detalhes é você quem escolhe, porém cada pessoa deve estar em um continente diferente(Américas, Europa, Ásia, Antártida, Oceania) Ao final disto voltará para a guiddeca para encontrar o deus Hades. Está é a sua missão.


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Mensagem por Alucard em Ter Maio 12, 2015 8:23 pm



Assim que Alucard terminou sua apresentação, Hades notou algo: o vampiro estava de pé. Portanto, nada como se impor. É claro, o chefe deve ser respeitado, mesmo por alguém poderoso. Mas ninguém é mais poderoso que o chefe. O próprio Alucard fazia isso o tempo todo durante seus três Voivodatos.

- Ajoelhe- se vampiro! - não que o deus estivesse gritando, mas a acústica da Giudecca fez parecer que estava. Alucard refletiu com seus botões que Pandora adoraria ouvir aquilo. Já que estava diante do chefe e que faria isso pelo resto da eternidade de qualquer maneira, Alucard se ajoelhou - Sua presença aqui é de meu agrado. Dentre idas e vindas por esta vasta existência tenho procurado um ser poderoso, um ser experiente e impiedoso. Seu vasto tempo nela causando o mal e proclamando o caos tem me chamado atenção, e por isso lhe faço um convite para ser um juiz do inferno pois não há ninguem melhor que um morto vivo para julgar a morte. - Nosferatu sentiu uma ponta de orgulho dentro de si ao ouvir essas palavras. Mas não interrompeu. - Para isso terá que me fazer alguns trabalhos, não é de meu interesse o testar suas habilidades pois já estão claras para mim. Considere isso uma missão em nome de meu reino. - Agora sim iam começar a falar de negócios, sorriu de leve o nosferatu - Muitos seres humanos me chamado atenção na terra, alguns seres de extremo poder que tem feito o mal. É preciso que estes se tornem espectros o mais rápido possível. Por isso sua missão será os derrotar, para que morram e se tornem espectros para que assim meu reino se fortaleça.

Depois de falar tudo o que havia para ser falado, Hades criou uma esfera de chamas negras. As chamas foram se tornando mais sólidas e adquirindo uma forma até que o deus tivesse um livro pequeno em mãos. Fino, capa negra sem nada especial. Um livro simples.

- - Aqui está tudo oque precisa. - disse, ao entregar o livro ao morto-vivo.

- Considere feito, milorde. - sorriu o nosferatu - Esmagá-los será... um prazer.

Ao se retirar, Alucard sorria. Kehehehe. Seis vidas em troca de uma promoção. Mas claro que não seriam seis vidas quaisquer. Naturalmente, aqueles indivíduos poderiam se revelar problemáticos para o nosferatu.

Alucard sorriu. Aquilo ia ser MUITO interessante.


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Mensagem por Peixes em Qua Maio 13, 2015 8:37 am
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Missão de Alucard




Sorrisos sádicos alimentados pelo puro prazer de ser convocado a matar. A forma com que o vampiro fosse fazer seria ainda mais interessante.
Considere feito milorde, esmagá-los será um prazer.
Este falou enquanto batia em retirada. Na ausência de Alucard, crio seis esferas a minha frente, cada uma delas contem a visão dos seis alvos do vampiro. Sentado em meu trono me perguntava
- Qual destes ele escolherá primeiro?
Ficava esperando Alucard decidir enquanto olhava para as esferas e pensava de que tipo de formas posso interferir ao longo desta missão. É certo que a facilidade com que o vampiro conseguisse completar seria benéfica para mim. E não é de meu interesse o testar, mas sim o ver em ações, suas decisões e ações são aos agradáveis aos olhos das sombras.

Detalhes
Em seu próximo post você pode postar como derrotou todos os seus desafios. Se for assim farei uma narração e avaliação final e ganharás os níveis. Mas se quiseres fazer algo detalhado e separado em partes também podes fazer. Isto pode não interferir nos níveis somados ao final. Podes ver as duas opções como “ganhar níveis mais devagar” e “ganhar níveis rapidamente”.  
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Mensagem por Alucard em Dom Maio 17, 2015 6:59 pm


 O primeiro alvo, a primeira vítima... estava logo depois de uma folha em branco, a folha de rosto do livro. Trazia dados essenciais: nome, idade e claro... localização. Também havia ilustrações acerca da vítima. Além de, é claro, suas habilidades e histórico de batalhas. Hm. Hades estava dando tudo mastigado para Alucard. Keh.

 No caso, a primeira a morrer era uma mulher. Uma mulher de cabelos longos, num tom azul-marinho. Aparentava ter uns vinte anos e seria uma garota completamente normal não fossem dois detalhes: a arma (um mosquetão) e o sorriso. Talvez apenas o próprio Alucard sorrisse de um modo tão... assustador.

 Ah, o nome? Esse era engraçado.

 "Sloth, a Caçadora."
-x-

 De acordo com o livro, Sloth estaria em um navio rumo ao Novo Mundo. Hm. Aquelas colônias inglesas que estavam com sua autonomia garantida por que a Inglaterra estava se lixando para elas. Hm. É, bem, ele tinha que ir. Pelo visto, o fato de ela estar próxima ao Porto de Boston contava como estar na América.

 Ao sair do Castelo Heinstein, base terrena de Hades e marco físico que separa o Mundo dos Vivos do Mundo dos Mortos, Alucard logo se transformou num morcego (por ironia, em um morcego vampiro e tratou de voar. Voou por muito tempo, até encontrar um porto, no extremo de Portugal. O ponto mais próximo entre o Velho Mundo e o Novo Mundo. E lá havia um navio pronto para partir. Era noite. Nada podia ser mais perfeito.

 Alucard logo tratou de se transformar em nevoeiro. Assim, poderia se infiltrar sem ser percebido. Mas não iria apressar muito a viagem. Já estava morto. Poderia esperar para sempre se quisesse.

 E também, ele estava com fome.

-x-

 Ao cabo de dois dias, Alucard estava próximo ao barco dela. Próximo o suficiente para sentir o fedor do medo dela. É claro que ela sabia que estava sendo seguida. Por isso os gritos, ataques de paranoia,  e os tiros.

Não eram tiros normais trocados entre barcos, de canhão. Eram tiros de mosquete. Mas estava longe de ser um tiro normal. A começar que os tiros mudavam de trajetória, descrevendo um arco azul, de modo errático por várias vezes antes de caírem no mar. Mulher tola. Morreria logo, quer tivesse balas mágicas ou não.

 A tripulação do navio que Alucard "fretara", o brigue Tejo, já lhe servira de alimento. É claro, ele era um passageiro, os marujos deveriam satisfazer seus passageiros. .Mesmo que no caso dele fosse de um modo mais... ah... literal/i] que o convencional. Havia algo numa espécie de código de conduta dos marinheiros. Ele nunca se importou em saber mais. Além do que, Hades o ajudou, ele agora refletiu. Nunca, jamais, em tempo algum, nem mesmo com os navios mais leves, os melhores ventos e os melhores remos que ele atravessaria o Atlêntico em dois dias...

 Refletindo acerca de sua presa, Alucard pensou se as tais balas eram a razão de a chamarem de "Sloth, a Caçadora". Podia ser. A preguiça se caracterizava pela inanição, e poder matar assim tão fácil pode convidar à inanição. Dormir enquanto o inimigo agoniza ou já está morto.

 No deque de seu navio-fantasma, Alucard sorriu enquanto ia mudando de forma, até se tornar um morcego, que voou serenamente em direção ao navio da capitã condenada.

-x-

 Lá, ele foi rápido, silencioso e brutal. Em aproximadamente uma hora, ele havia matado quase todos os tripulantes da embarcação. Só faltava um. Ou melhor, uma.

 Ela já havia sentido a presença do nosferatu, mas resolveu procrastinar. Ha, essa era boa. Procrastinação por medo. Mas quando ele ficou ali, orgulhoso e arrogante, no deque do navio, um desafio e uma afronta visíveis até demais, a mulher apareceu.

 Era evidente que não era humana e possuía bom domínio do cosmo. Se era uma vampira, aí Alucard já não podia dizer.Seus cabelos eram meio azulados e iam além da cintura. O corpo era magro e bem proporcionado, com um rosto pintalgado com poucas sardas e que seria bonito, não fosse o sorriso enlouquecedor que ela dava.

 - Nosferatu Alucard - ela disse. Não era uma pergunta - Vejo que matou todos os meus homens. Não é pra menos. Afinal, homem nenhum pode matá-lo, dizem.

 O sorriso dela se ampliou.

- Pois matá-lo não é trabalho para um homem... é trabalho para uma MULHER! - ela gritou do nada, antes de atirar.

 Alucard ficou ali, parado, enquanto a bala ziguezagueava loucamente pelo navio. Foi atingido uma vez, no estômago. A bala ricocheteou mais, como que excitada por ter acertado o inimigo. Outra vez. E mais uma. Coração. Pulmões. Intestino. Ele teria morrido há muito tempo se fosse um homem comum. Ou um vampiro comum. Mas ele era Alucard...

 - Hehehe, seu porco idiota- ela sorriu.

 Foi só aí que Alucard teve a ideia de olhar para trás. Ele estava no meio do deque, agora não faltava nem um metro para chegar à amurada do barco. A vadia queria jogá-lo no mar. Ele sorriu e Sloth sentiu algo gelado dentro de seu estômago. Mas ela continuava.

 Quando a bala foi para dar o derradeiro golpe, o que mataria Alucard (o mar é o pior dos infernos para um vampiro), ele simplesmente parou a bala. Mordendo-a.

 - Peguei. - disse ele, antes de emsagar a minúscula bolinha de metal com os dentes.

 Sloth dessa vez ficou parada, com medo. Ela tremia, não podia falar. Não podia encarar os olhos do vampiro, que brilhavam vermelhos, todos os oito...

   - OITO?

 O vampiro sorriu e os olhos extras, que estavam no tórax dele, pareciam debochar dela. A Caçadora foi caçada.

 Sloth estava com a mente distante, mas que voltou de súbito quando Alucard agarrou o pescoço dela e a segurou contra uma pilastra. A maior do navio. Onde estava o ninho-de-corvo*. De onde ela atirava.

 O vampiro apertou a traqueia dela, e ela não gritou unicamente por causa da falta de ar. O rosto dele estava envolto em sombras, como se o Diabo não quisesse que ela visse o rosot de seu algoz uma última vez.

Ele não disse nada. Não pronunciou uma palavra quando pegou calmamente o mosquete dela com uma mão. Não disse nada quando sorriu de modo obsceno ao ver a condição dela. E não disse nada quando aproximou a arma dela do seio da mulher. E começou a fazer força.

   - Mas o que você...? - ela conseguiu falar pois Alucard, de propósito, relaxou a pressão na laringe dela. Não completou a pergunta. Não precisava.  - Não, não faça isso. Por favor não, não, não, não! Eu faço o que você quiser, mas não faça isso comigo, não por favor, não NÃÃÃÃÃO!

 A cena era patética. Sloth realmente esperava piedade? Quando vivo, Alucard era considerado "demasiadamente rígido, mas justo". Ele nunca gostou da filosofia de "dois pesos, duas medidas".

 Logo, começou a sair sangue da mulher, que via a empunhadura da própria arma sendo lavada. Com o sangue dela. Mas Alucard era sádico. Ele foi devagar. Centímetro por centímetro.

 Sloth apenas chorava. Era o único consolo que lhe restava. E chorar foi a única coisa que fez quando Alucard, cruelmente suave, jogou a cabeça da mulher para trás, expondo... o pescoço. Ele sorriu.

 E cravou as presas afiadas na pele branca da mulher, que permaneceu estúpida e passiva o tempo todo.

 Depois de ter tido uma das melhores refeições de sua vida, Alucard então notou. Deveriam ter caído do corpo da mulher quando ele a prendeu contra a pilastra, para evitar que fugisse.

 Eram duas armas. Evidentemente eram garruchas, mas com um desenho bem mais futurista. Uma era branca, a outra negra. Na branca, lia-se ".454 Casull", na negra "The Jackal". Elas eram excelentes, pois não precisariam ser recarregadas a cada tiro. E o peso, tamanho... perfeitas.

 Com as novas armas, Alucard foi até a proa do navio. Contemplou a noite escura que parecia ter sido enviada por Hades pessoalmente. E mandou uma mensagem, que sabia que o Imperador já sabia e que receberia. Como, ele não se importava.

 "Menos um. Faltam cinco."



-x-

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Ninho-de-corvo: parte do navio que ficava perto da vela mais alta; é onde os maruos podem er ou não a proximidade de terra. Assemelha-se a um cesto e normalmente só comporta um homem
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