Treinamento de Kalisk

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Mensagem por Kalisk de Agrotera em Ter Maio 05, 2015 8:33 pm


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TREINAMENTO - KALISK ::::::::::


Do plano lunar, a deusa Ártemis havia pedido a sua comandante que organiza-se grupos que viriam a eliminar as impurezas existentes nos arredores de seus santuários na terra. Sua comandante de alta patente por sua vez repassou a tarefa a sua subordinada que é comandante do grupo de proteção, que também serviriam para ir a campo de batalha cumprir missões específicas ordenadas pela deusa. Desde modo, a comandante organizou 5 grupos a irem para a terra para impor controle as ações daqueles que desrespeitam sua imagem e seus domínios sagrados no solo terreno, sendo quatro grupos composto por 5 satélites, e o quinto grupo por 11 guerreiras incluindo a si mesma. Kalisk havia sido aceito como novo defensor da Deusa, tendo a permissão de residir e desenvolver no reino lunar junto aos outros defensores, igualmente como lhe foi concebido autorização para participar de tarefas ou missões que tiveres vontade de estar junto, como modo de além de ajudar o reino, de mostrar seu valor diante aos outros defensores e a própria deusa, mas principalmente, para que possa ganhar experiência e se fortalecer cada vez mais.

Kalisk conversou com a comandante superior primeiramente para cumprir formalidade lógica e adequada, esta por sua vez, concebeu o pedido e informou a comandante que iria liderar os grupos na terra. Estando tudo acertado, a comandante do grupo terrestre pediu a Kalisk que o mesmo possa servir como elo entre os grupos, e um reforço caso seja estritamente necessário, vindo a participar apenas indiretamente das ações. Kalisk concordou, uma vez que mesmo estando no plano da lua como defensor, ainda não havia recebido oficialmente sua vestimenta de defensor, possuindo somente seu corpo e o poder de seu espírito (em outras palavras, sua cosmo energia) para se virar a lidar com os desafios encontrados nesse período inicial de treinamento e fortalecimento. Kalisk já havia passado por muitos apertos em sua vida, e mesmo estando na forma de um coiote, saberia como agir. E uma coisa interessante, é que somente os defensores da Deusa Ártemis conseguem entender e falar com Kalisk em sua forma animal, pois se usam de comunicação telepática, já pelo contrário, qualquer outro ser terreno ou mesmo defensor de outro reino, verá em Kalisk apenas como um animal comum, um simples coiote, que certamente não será tão comum e coerente, dependendo do lugar e momento que venha a estar presente.

Grupos então encaminhados em diferentes regiões do planeta, cada grupo teria em torno de três lugares a visitarem onde foram detectadas alterações graves a medianas que prejudicavam a paz e os rituais voltados a cortejar e pedir ajuda e proteção a deusa lunar. Kalisk preferiu acompanhar os grupos pela ordem simples implantada, grupos de 1 a 5, sendo o último grupo onde está a comandante da missão no plano terrestre.  Este primeiro grupo chegou a uma região pouco habitada e semi-árida no continente asiático, muitos morros e campos, pastagem baixa e muita criação de animais domésticos para sobrevivência, como cabras para carne e leite (entre outros espécimes), e cavalos para transporte a longas distancias. A líder do grupo um seguiu em frente mostrando o caminho, não demorando muito para avistar-se o santuário de Ártemis em uma colina com pilares de pedras moldadas a mão e uma estatueta de tamanho humana, elevada sob uma pedra retangular e maciça, representando a imagem da deusa lunar. Aparentemente dir-se-ia estar tudo em ordem, mas o desequilíbrio viria por outro motivo, ao qual a satélite líder já estaria, a saber, do que se tratava.

Kalisk apenas acompanha o grupo, estando poucos passos quadrúpedes atrás delas, alguns cidadãos que logo as viam já se curvavam em respeito e recebiam as satélites como fazem os bons costumes diante as representantes de uma divindade bem querida e idolatrada entre seu povo. Porém, estranhavam a presença daquele animal que as seguia logo atrás, ficando todos curiosos com a presença de Kalisk entre as defensoras da Deusa Ártemis. O santuário em si era modesto, sendo formado por uma caverna literalmente, com a saída envolvida por colunas e uma estatueta ao lado para rituais a céu aberto. No interior da caverna, percebiam-se decorações ornamentadas a mão e feitas de prata, todas iluminadas por velas, lembrando o brilho e o solo lunar, os sacerdotes ficam todos sentados em duas filas paralelas ao longo da caverna até a área central, onde se situa um pilar de pedra maciça, sobre ela muitos cristais e a imagem em miniatura da Deusa Ártemis, a imagem era rodeada de velas brancas e incensos correspondentes aos aromas apreciados pela deusa. Ali era feitas a maioria das orações, pedidos, graças e homenagens, rituais menores, e ficando apenas rituais maiores a se realizarem diante a estatueta maior no lado externo.  

- Cadê os clérigos que se revoltaram contra nossa deusa? Peço a presença deles imediatamente! (Satélite líder)

Um dos anciões é trazido pelo grupo de sacerdotes daquele santuário, ninguém mais teria permissão entre eles a se dirigirem as representantes da deusa, pois também são consideradas como seres angelicais e que cumprem a função de proteger e manter a ordem que envolva os domínios sagrados da deusa.

- Sejam bem vindas! Aqueles que ousaram trair nossa deusa foram expulsos daqui do santuário há alguns dias, mas infelizmente, resolveram levar com eles a mascara branca, que a deusa confiou a nós a sua guarda. Infelizmente não sabemos para onde foram ou onde poderiam se encontrar. Como eram nossos irmãos, viviam diretamente conosco, e de uns tempos para cá, começaram a indagar sobre nossa deusa, chegando ao ponto de falarem asneiras e agir contra o santuário desta região. Muitos povos nas redondezas não aceitam Alpheaea como sua deusa, mas nosso povo ainda mantém forte a crença por ela. Como podem ver, tentamos manter tudo em ordem. Mas peço perdão por tal infeliz acontecimento a vossas entidades e a nossa deusa!  (Sacerdote ancião)

A líder prestando atenção a cada palavra e por menores da presença do ancião, reconhecendo o valor de seu comprometimento em sua função diante seu povo, e já pensa em um meio de capturar os traidores.

- Muito bem! Depois vejamos como fica a guarda do artefato, nossa prioridade agora é a captura e punição dos tapeadores infiéis. (Satélite líder)

Kalisk se mantinha tranqüilo somente a observar, mas em pensamento já pensava em usar seus sentidos apurados para rastrear os alvos, nisso, a satélite líder deu uma meneada positiva com a cabeça para Kalisk, provavelmente captando o pensamento dele e concordando com sua ideia. Kalisk ainda estaria se adaptando a nova realidade, havendo se esquecido da leitura de mentes entre os defensores, no entanto, parecia que seus novos irmãos mantinham um controle de pensamento como se fosse uma fortaleça que raramente conseguia captar algo por vontade própria. Não demorando, o novo defensor parte depressa para o serviço, solicitando alguma peça de roupa que os traidores costumavam usar, a líder repassa o pedido ao ancião que ordena aos outros trazerem algumas peças, como mantos e vestimentas que cobrem o peito nos períodos frios do ano, aos quais estes usavam freqüentemente, sendo que cada sacerdote possui suas próprias roupas e cuida das mesmas.

Após sentir o odor característico de cada indivíduo, Kalisk memoriza o cheiro e segue seus instintos que sobressaem aos sentidos de um coiote terrestre comum. Como defensor de Atena, recebeu maior leveza e agilidade de momento, após ganhar oficialmente sua veste, a habilidade de usar arcos e flechas poderá ou não vir a ser adicionada aos seus recursos padrão de defensor. Saindo do local, Kalisk segue o rastro de seus primeiros alvos.



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Mensagem por Kalisk de Agrotera em Qua Maio 06, 2015 1:59 pm


Era entardecer, a lua surgia no horizonte altiva e deslumbrante, a paisagem repousa as folhas aquecidas pelo sol na brisa suave que chega com o anoitecer, as plantas começam a se encolherem, e as nuvens tão a impressão de adormecerem. A trilha de odores ainda permanece a contaminar algumas plantas e objetos naturais que os traidores se encostaram ou usaram durante a fuga, o olfato do coiote lunar poderia senti-los com uma eficiência fora do comum, e segue-os rapidamente como se fosse um foguete na superfície da terra, um foguete em modo silente, passando por campos, vilarejos, morros, farejando casas e tabernas, e descobre que os mesmos chegaram a pegar alguns cavalos de uma família humilde sem permissão para prosseguirem na direção de uma cidade grande com maior rapidez. Mas eles não teriam chances de superar a velocidade de um defensor de Ártemis quadrúpede em simples cavalos terrestres, Kalisk move-se na velocidade de 420 km/h em seu estado animal normal usando seu próprio cosmo, com a leveza e agilidade lhe presenteada por sua deusa e protetora. Seus pelos balançam em sincronia e em harmonia aerodinâmica protegidas por uma fina camada de energia cósmica emanada pelo espírito de Kalisk, que nem sente estar liberando tal poder, estando somente concentrado em colaborar com as satélites e sentir-se finalmente útil aos novos irmãos, só deseja começar de pé direito e no fundo do coração, proteger e orientar o que restou do seu povo na terra, e para isso, precisa se fortalecer, precisa amadurecer, precisa se capacitar, precisa de mais poder e tornar-se grande diante a sua Deusa como um valoroso e fiel defensor.  Mostrar serviço e competência em cada momento, em cada pequena tarefa é o mínimo a se fazer, principalmente no inicio de sua caminhada como novo defensor da Deusa Ártemis.

Passado algum tempo, a lua dominava soberana os céus daquela noite, e o rastro ao qual kalisk seguia finalmente acabará, encontrando os traidores e ladrões que almejava, todos acampados entre um grupo de antigas pedras gigantes, que lhes garantiam alguma proteção e cobertura lateral. Eram três indivíduos, um se encontrava arrumando algumas bolsas junto aos cavalos, que estavam amarrados em um tronco de árvore ainda considerada jovem, situada  entre duas pedras gigantes; os outros dois conversavam enquanto preparam a refeição da noite próximo a fogueira que os aquecia e clareava o ambiente. Todos se encontravam agasalhados, a noite estava úmida e fria, haviam erguido uma tenda sustentada por alguns galhos, para quanto forem dormir ficassem juntos, aquecidos e protegidos do rocio da madrugada, enquanto a fogueira aos poucos se abrandará. A luz da lua clareia o local além da fogueira, a brisa que acompanha a lusco-fusco taciturno colabora com o estilo de Kalisk de agir.

Os três ex-sacerdotes conversavam extrovertidos e bebiam vinho juntos ao calor da fogueira, até aquele momento não se ouvirá sons quaisquer, nem mesmo do vento a assobiar nas planícies ou nos altos céus. Quanto um dos homens parece ter ouvido distante algum som, algum animal, algo semelhante a um canito, tentou prestar atenção ver se o ouvia novamente, os companheiros perceberam seu desligamento da conversa, perguntaram se ouviu algo, e o homem respondeu que não, foi só impressão dele. Mas não demorou ao som se repetir, e o homem novamente ficar intrigado, mas desta vez, ele a ouviu duas vezes, um som baixo, mas pode discernir não ser algo de sua cabeça, estava ouvindo realmente aquele som, mas olhará aos seus companheiros, que pareciam não terem escutado nada. Levantou-se e disse aos outros que iria mijar lá fora, aproveitando para dar uma última olhada ao redor, os amigos concordaram sem problemas. Já fora do circulo e do calor da fogueira, o homem caminhou a se distanciar alguns metros das grandes pedras, e olhava ao redor a procura de algo, ou a ouvir novamente aquele som, e o som realmente se repete um pouco mais próximo, e mais nítido.  Possuindo uma arma de fogo na cintura, o homem apenas põe a mão sobre a mesma, era um revolver de cinco tiros, possuindo algum receio, logo nota um vulto passando por trás dele, vira-se rapidamente, e sente a presença no mesmo instante outra vez por trás dele, e vira-se de novo, desta vez, erguendo sua arma e com o dedo no gatilho pronto para disparar. Estava já com medo e sem saber o que estava acontecendo, quanto se vira na direção de seus amigos olhando para o circulo de pedras, enxerga sobre uma delas subido, um coiote deitado o fitando diretamente nos olhos, e o homem então pode relaxar seus nervos um pouco, o animal baixou a cabeça e repetiu o som em tom baixo ao qual o homem havia escutado. Eis que uma coisa tocou na mente daquele homem, o pobre animal havia sentido o cheiro da comida preparada no fogo, e a seguiu até ali, a procura de comida. O ex-sacerdote não era de todo o mal, aproximou-se com cautela do animal e o levou até os outros, na intenção de dar algo para saciar sua fome.

Kalisk havia conseguido o primeiro passo de seu plano, ludibriou um dos homens fazendo-o aproximar-se dos outros de forma mais acessível e natural. O indivíduo tirou um pedaço de carne de cabra que estava no ponto ao lado das chamas da fogueira, havia bastante carne pra todos, e deu-lhe ao pobre animal que parecia estar com fome. Kalisk que não é bobo, se ajeitou próximo dos bens daqueles homens, e ali ficou, ao calor do fogo, a vista deles, e tendo uma visão privilegiada de seus pertences, saboreando um bom naco de carne de cabra. Observava em silencio todas as ações daquele trio, freqüentemente pegavam alguma coisa das bolsas que carregavam, e uma delas levaram junto a eles na fogueira, estavam analisando e pensando no valor a ser cobrado por alguns itens, entre eles estava a mascara branca citada pelo ancião, realmente era uma mascara linda, lisa e transmitia certa paz, e possuía um brilho suave e prateado como o reflexo dos raios do astro rei pela lua, era uma simples mascara a primeira vista, mas Kalisk sentia em seu interior algo mais, o artefato sagrado possuía uma finalidade e algum tipo de poder, reconhecendo naquele momento que a viu, a importância de recuperá-la.




Desde o momento que chegou e foi bem recebido por aqueles homens, se passará aproximadamente em torno de uma hora, mas Kalisk não queria agir de forma ríspida e direta, tinha desde o início outra intenção em mente. Aproximando-se mais da fogueira, o trio já se encontrava meio bêbados de tanto vinho, e permitiram ao coiote estar junto a eles, inclusive o convidando com um pouco de vinho que obviamente Kalisk balançou a cabeça recusando ingerir aquela bebida corrompida por aquelas energias repugnante.  A mascara branca encontrava-se na bolsa ao lado deles, mas logo que um dos homens a deixou sobre o colo e ofereceu a garrafa de vinho ao outro, Kalisk imediatamente pegou a mascara e se mandou dali em uma corrida normal, porém veloz, não queria sair da vista daqueles indivíduos de propósito, todos eles ficaram surpresos e se levantaram as pressas a pegar os cavalos, indo de atrás do animal ladrão de mascara em meio ao ar frio daquela madrugada.


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Mensagem por Arco de Ártemis em Qua Maio 06, 2015 10:18 pm
Sua narração é impecável, eu não posso sequer dizer algo contra pois não tem. A trama desenvolvida por você foi muito bem elaborada e bastante interessante. Ficarei atenta, gostaria de lhe passar tramas específicas para lhe evoluir individualmente já que é o "primogênito" do meu reino. Se estiver interessado, me envie MP, podemos discutir sobre uma narrativa específica, paralela ou uma trama central.

Seis níveis serão adicionados à sua conta. Parabéns!

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Mensagem por Kalisk de Agrotera em Qui Maio 07, 2015 9:39 pm



Galopes ininterruptos percorreram madrugada adentro, os ex-sacerdotes volta e meia visualizavam o coiote correndo como louco a frente deles, alguns disparos haviam realizado na direção do animal, mas pela velocidade e cansaço dos homens e considerando a distância e agilidade do coiote, a chance de acertarem Kalisk é praticamente nula naquela situação, principalmente por estar tudo escuro, onde o único privilegiado do ambiente é o defensor de Ártemis, que possui excelentes sentidos para se guiar como também a estar acostumado com a penumbra terrestre. Os cavalos estavam cansados, os traidores não sabiam como um pobre animal daqueles conseguia ter mais resistência que os próprios cavalos em uma corrida relativamente longa por algumas horas. Um dos homens desceu ligeiro de seu animal já irritado e irado com o pequeno ladrão, pegou sua arma das costas do cavalo, uma espingarda, e disparou na direção de kalisk que se encontrava distante e que só observava na penumbra em silencio, sem qualquer sinal de fadiga.

- Desgraçado! Demos-lhe comida, calor e lhe deixamos ficar conosco sob a nossa proteção. E você nos retribui roubando-nos e fugindo! Só podes ser um demônio para sair na escuridão, correr tanto quanto um cavalo e nos fazer de idiotas!

Os outros dois homens pararam em seguida, ficando olhando ao redor, ao mesmo tempo que pegavam fôlego, a cavalgada havia sido muito rápida pelo percurso que percorreram, exigindo muito dos animais e um pouco do físico de seus cavaleiros, que provavelmente não estavam acostumados a uma cavalgada tão puxada por não possuírem rotina de vida muito próxima a cavalos, embora soubessem cavalgar, cavalgavam por necessidade para buscar alimento e mantimentos das cidades próximas para os vilarejos onde moravam ou pousavam. Um destes homens chegou a comentar com o outro que parou junto a ele, enquanto o outro continuava indignado e falando palavrões para o pequeno ladrão.

- É a primeira vez e a última que deixo um animal selvagem estar conosco! Não faço idéia porque ele se agradou tanto daquela mascará, mas sei que ganharíamos um bom dinheiro com ela.

- Concordo! Mas repare, que ainda falta um pouco para amanhecer, estamos quentes devido a correria, mas vamos sentir frio daqui a pouco, e deixamos nosso acampamento para trás, incluindo algumas bolsas dos objetos que roubamos e mantimentos.

- Tens razão. Esse ladrãozinho nos deixou na pior, e teremos que voltar para recuperar nossos pertences. Fizemos mal ter perseguido esse coiote só por causa de uma peça roubada se tinha mais conosco.  

- Problema, e saber onde nós estamos agora?

Os homens não faziam idéia, mas já estavam com um problema maior que eles mesmos podiam imaginar. Chegou a hora de Kalisk mostrar do que um simples coiote lunar poderia fazer. O homem que estava irado e de cabeça quente, conseguiu se acalmar um tempo depois, e percebeu que os três precisariam estar juntos, ainda era noite, madrugada fria, as nuvens cobriam o céu parcialmente naquele momento, antes nem havia nuvens quase, tornando o ambiente mais escuro do que se encontrava ao receber um pouco do clarão da lua. E permaneceram juntos, subidos em seus cavalos, a retornarem devagar ao acampamento, sem deixar os cavalos descansarem.

Os cavalos começaram a ouvir sons próximos, e não mais seguiram, estavam com receio e não viam e nem sentiam o que poderia estar nas redondezas. Os ex-sacerdotes traidores da deusa tentavam forçar os animais a andarem, mas os sons seguiam, um dos homens chegou a ouvir alguns ruídos, pegando sua arma e disparando duas vezes em duas direções distintas de onde viriam provavelmente aqueles sons. Na escuridão Kalisk corria com uma agilidade única, em silêncio e com muita rapidez, sem receio de nada e determinado a dar uma lição naqueles traidores, ao menos, o gostinho do que ainda viria a eles. O coiote lunar mudava freqüentemente de um lugar a outro, de forma ininterrupta, os cavalos mal conseguiam vê-lo além de um vulto, como se fosse um fantasma na escuridão, o que lhes deixava mais agitados e com medo, chegando a derrubarem seus cavaleiros dos ombros diretos ao chão. Um dos homens bateu a cabeça com certa força no chão, chegando a sangrar e ficar bem tonto, os outros dois tiveram leves escoriações, mas não puderam segurar os cavalos que fugiram rápido do local, os abandonando.

- Demônios! Agora mais isso!!

- Só pode ser desgraça! Onde foi que erramos? Em trair a deusa que seguíamos? Em difamar o espaço sagrado de Ártemis? Dar as costas aos nossos irmãos do templo? Ou em furtar um artefato consagrado?  

- Não fala bobagens homem! Estamos apenas com um azar enorme, depois que o sol nascer às coisas começará a melhorar, vamos retornar ao acampamento e depois de pegar nossas coisas passamos no vilarejo que fica a leste daqui, chegaremos lá em poucas horas se não pararmos.

Todos ficaram em silêncio, olhando pro outro e cuidando ao redor. Quanto de repente um tropeça e cai no chão de subido. Os outros dois até riram e fizeram piada do amigo, como se havia caído de maduro, que era para ele olhar por onde anda. Só que a graça se foi quanto o caído disse que algo o derrubou, bloqueando seu caminho, então todos olharam em volta atentos. Mas nada podiam enxergar, não sabiam se havia pedras, morros, buracos, árvores, ou qualquer coisa no ambiente, a escuridão reinava no final daquela madrugada e o sol ainda demoraria um pouco para nascer. Um dos outros homens foi ao chão, e rapidamente os outros olharam ao redor tentar se viam algo, mas seus olhos nada enxergavam, tão pouco se ouvia algum som nas redondezas.

- Fui empurrado por algo! Pareciam patas de um animal.

Nesse mesmo instante, todos começaram a ouvir novamente os sons, desta vez pareciam de canitos, um dos homens reconheceu se tratar dos mesmos canitos que o coiote emitia quanto o viu na primeira vez. Mas estes sons davam a impressão de virem de varias direções em meio a escuridão, e uma brisa fria sobrou rasteira pela pastagem chegando ao trio de traidores, e estes sentiram um cala-frio que os deixou mais nervosos. Um dos homens quase deve um treco do coração ao ver a imagem do coiote praticamente a aparecer na sua frente à altura da cabeça, mas apenas passou por ele, como se fosse um vulto e desaparecendo em seguida. Os outros nem haviam percebido, mas Kalisk fez o mesmo com cada um de um modo diferente, deixando-os pasmos e apreensivos. Não conseguiam usar suas armas, não tinham tempo de reação e nem saberiam para onde apontar, o desejo de mandar fogo e derrubar logo o coiote era grande em cada indivíduo, mas já se havia gasto um pouco da munição antes, queriam aproveitar o que ainda havia nas armas. O silêncio parecia ter tomado conta do ambiente, os homens tinham decidido ficarem algum tempo agachados de costa um pro outro, garantindo assim que nada viesse a lhes derrubar e os atingir de novo, e ficariam assim até o raiar do sol, cutucando um ao outro para não adormecerem, pois naquela noite ainda não haviam dormido, e já estavam sentindo a canseira física e mental. Mas kalisk além de astuto era ousado, de mansinho aproxima-se deles, e quanto menos se esperava, um por um deles, assustavam-se com a imagem da mascará branca surgindo a sua frente, diante de seus olhos, e ao disparar suas armas, só viam o vulto do coiote sumindo na penumbra adentrando a escuridão. Os três infelizes estavam não só sem paciência, exaustos, como a ficarem loucos com aquela situação, começando a acharem que era um pesadelo coletivo, ou estavam realmente ficando paranoicos, mas ainda sim se mantinham um pouco conscientes, porém no último estado de resistência psicológica. Kalisk os fazia sentir o ar refrescante da noite, o vazio do silêncio em seus corações, o peso em suas costas pelos pecados cometidos, os homens sentiam a desorientação e a incerteza total pela primeira vez, não havia o que fazer, e mesmo aguardando o dia surgir, eram surpreendidos por imagens repentinas próximas suficientes para lhes causar um choque, um tremendo susto.  

Faltava pouco para os primeiros raios do sol surgirem, a penumbra ainda fazia-se presente, os indivíduos não conseguiam mais manter suas pupilas abertas, entregando-se a cada minuto ao sono profundo depois de não mais suportarem tantas aparições perturbadoras como também ataques silenciosos naquela madrugada. Kalisk aguardou até os mesmos pegarem em sono profundo, e um por um, os desarmou afastando para longe as armas, e os amarrou usando raízes fortes que encontrará na vegetação, atando-a com a própria boca de um jeitinho ou de outro, de forma que eles não escapassem. Quanto os homens abriram os olhos, levaram um novo susto, estavam todos agora do lado de fora do templo dos irmãos sacerdotes, não faziam idéia como chegaram lá, na verdade, a idéia de Kalisk era facilitar o trabalho das satélites, e foi o que realmente fez, manipulando a mente dos indivíduos e deixando-os tão exaustos que cairiam feitos pedra em sono profundo, ficando a mercê da justiça da Deusa Ártemis. As satélites estavam ao redor do trio, que ao invés de estarem amarrados por raízes, estavam no momento com as mãos livres, porém, com uma flecha apontada para cada uma de suas cabeças. Os sacerdotes do templo observavam a tudo estando mais atrás das representantes da deusa, Kalisk estava sentado sobre uma pedra a meia altura ali próxima, também observando a punição que seria dada aos traidores.


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Mensagem por Arco de Ártemis em Sex Maio 08, 2015 11:18 am
Estou bastante interessada com a sua narrativa, em mostrar como um animal também pode ser um poderoso guerreiro. Parabéns pela ótima narrativa, mais quatro níveis!

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Mensagem por Kalisk de Agrotera em Sex Maio 08, 2015 12:40 pm


A líder das satélites diante aos culpados da desarmonia daquele templo e a prejudicarem a paz espiritual que se mantinha por aquele povo humilde que cultuavam a deusa Alpheaea (um entre vários nomes que a deusa Ártemis é chamada no plano terrestre em diferentes lugares), forçou-os a confessar o que os levou a agirem contra a deusa, e perante a todos, revelaram que para eles surgiu dois homens em uma espécime de mantos negros que lhes convenceram que estavam a perder tempo com suas vidas no templo, e se conseguissem entregar-lhes a mascara branca guardada no templo seriam premiados com um tesouro que mudaria suas vidas. Para demonstrar que estão falando a verdade, um dos homens com apenas um soco rachou uma enorme pedra ao meio na frente dos olhos deles, sendo mais que o suficiente para acreditarem em suas palavras. Os homens desviaram seus olhares por um instante durante a conversa com a líder do grupo das satélites, e fitaram o coiote que se mantinha quieto e sentado sobre a pedra ali perto, e deslumbraram um brilho estranho emanado de seus olhos que invadiu suas almas, fazendo-os sentirem-se culpados e com remorso, que a vida não se daria por atos negativos e sim por atos movidos com motivos e princípios bondosos, valorosos e abarrotados de amor entre os seres. Com essa sensação estranha que lhes invadiu, um dos ex-sacerdotes complementou, que deveriam se encontrar com os homens misteriosos ao norte do lago Khar-us ao entardecer de hoje. A líder das satélites resolveu ser branda na punição, pois o trio merecia a morte por suas ações diante a deusa, ao invés disso e pela ajuda de Kalisk, perguntou ao coiote qual a punição mais apropriada que ele daria a aqueles traidores. Por telepatia, o coiote lhe respondeu que deveriam receber uma marca visível que revela-se a todos serem homens pecaminosos, e ficariam pelo resto de suas vidas residentes e a servirem e protegerem integralmente o povo do vilarejo do templo, mas estariam proibidos de pisar novamente neste solo sagrado junto aos sacerdotes. A líder das satélites gostou e aprovou a punição sugerida pelo irmão defensor, e assim se fez, os traidores foram marcados pela ponta das flechas das satélites em chamas, e uma marca na forma de flechas cruzadas viradas para baixo envolto por um meio circulo foi gravado em suas respectivas testas. Em noites de lua cheia estas marcas viriam a se acender de leve, revelando serem homens cujo passado os condena diante aos deuses. Encontrado os traidores, punidos, artefato recuperado, as coisas retornam a normalidade naquele lugar, agora falta ir atrás dos principais responsáveis por manipular aqueles homens a agirem contra um deus.

O grupo de defensores lunares retira-se do templo sendo reverenciados e agradecidos pelo pronto atendimento as suas orações, desejavam muito recuperar o artefato e recuperar a harmonia do templo perante o povo e a deusa. Após afastarem do templo, Kalisk ouve da líder do grupo para que ele vá ao próximo grupo de satélites, que elas iriam averiguar a respeito dos homens misteriosos, e sua ajuda ali com elas já foi o suficiente. O coiote meneia a cabeça de forma positiva, e parte para o próximo grupo de satélites a uma velocidade e leveza fora do comum. No entanto, uma coisa que não se sabia, é que o ancião daquele templo junto aos outros sacerdotes, decidiram fazer uma pequena estatua daquele ser lunar, que praticamente solucionou um problema de grande preocupação para eles diante a um deus. Deste então, enquanto de um lado da caverna encontrava-se uma estatua da deusa Ártemis, do outro estava uma estatua menor, na imagem de um coiote simbolizando aquele ser que nunca antes se havia visto junto às representantes oficiais da divindade da lua.

Um pouco distante de onde estava, Kalisk logo chegou ao vilarejo de Danilovka, não havia templo naquela região, mas o povo era dedicado e faziam orações todas as noites a deusa da lua, que era chama por eles de Arktos, relacionado aos cultos ao ursos que a deusa igualmente recebia por ser a deusa da caça. Mesmo não havendo templo, a crença na deusa pelos humanos, mantinha sua presença viva entre os terrestres, o que seria de um deus se não houvesse quem acreditasse neles e os respeitassem na terra, são deuses da terra, tanto precisavam de um templo como principalmente de crentes em sua presença divina. Mas alguma coisa estava agindo e tirando a fé na deusa dos corações daquele povo, e assim Kalisk ficou sabendo do que acontecia naquela região logo após encontrar-se com o grupo dois. Não havia necessidade de conversar com qualquer aldeão, mas era caso de realizar uma investigação e descobrir realmente o que estava acontecendo, pensando em uma estratégia, a líder decidiu separar todos os membros, que fariam um circulo a abraçar todo o vilarejo, e pelo fato de Kalisk ser um coiote, ele ficaria perambulando livre por toda parte de olho em algo incomum. Sendo o plano prontamente feito, considerando ainda ser dia, pouco antes do sol estar centralizado no céu, era um dia claro de poucas nuvens, nada poderia escapar dos olhos atentos das guerreiras e do coiote lunar.

Em torno de 25 minutos depois, o grupo ficou sabendo de uma construção a ser feita a nordeste, parecia uma instalação, não tinha muitos homens presentes, eram aproximadamente 14, mas cinco deles vestiam armaduras semelhantes, mudando apenas suas cores e alguns símbolos e escritas. Pareciam jovens, suas estaturas em media eram de aproximadamente 1,60 altura, e estavam de prontidão enquanto os outros indivíduos trabalham em algo, havia uma grande torre parecendo ser uma antena gigante para comunicação a distancia, logo abaixo da mesma uma casa grande que poderia ser a central deles, e alguns metros adiante uma construção um pouco gastada, provavelmente os aposentos dos soldados. Kalisk e as satélites situavam-se sobre um dos morros das redondezas, porém faltava uma no grupo, que possuía uma tarefa extra, de trazer mais algumas informações referente ao que estava acontecendo por ali, e assim ela retornou em breve, informando a todos no grupo que ali estava a ser construído uma base de acampamento de cavaleiros, que serviriam a deusa Atenas, e suas presenças para aquele povo até o momento estava a ser agradável e útil, uma vez que todos eles ajudavam de alguma forma os aldeões, possuíam boa vontade de ajudar o próximo sem pedir nada em troca, e quanto necessário, doavam um pouco de seus alimentos e mantimentos para melhorar as condições de sobrevivência daquele povo simples. A líder das satélites ali tomou a palavra:



- Não podemos permitir que eles fiquem próximos deste vilarejo e interfiram com suas crenças através de suas presenças. Nossa deusa não possui um vinculo muito harmonioso com sua irmã Atena, justamente por pensarem e se posicionarem de forma um pouco distintas em relação aos humanos, e por isso precisamos impedir que eles permaneçam por aqui. Vamos até lá e conversaremos com o líder deles ou quem estiver a frente, e se não concordarem com a retirada, vamos retira-los a força de nosso domínio, aqui quem manda é a Deusa Ártemis, respeitamos os outros defensores, mas eles não possuem permissão de interferirem e residirem em nosso território de atuação. ( Satélite líder)

Todos concordaram com a líder, Kalisk também. O grupo de Ártemis se aproximou do acampamento base dos tais cavaleiros, mas todos percebiam que aquelas armaduras eram um tanto estranhas para “cavaleiros”, embora passassem uma boa impressão. A segurança deles viram o grupo se aproximar, e reuniram-se formando uma linha de segurança. Suas armaduras consistiam nas seguintes cores, mas eram homogêneas, ou seja, não possuíam diferenças entre uma e outra, alem das cores: marrom, safira, alaranjado, rosa e amarelo. A líder das satélites logo se apresentou e foi direto ao ponto sem enrolação.

- Cumprimentos! Somos as satélites, representantes e defensoras da Deusa Ártemis, ficamos sabendo da presença de cavaleiros da Deusa Atena em nosso território, aqui há um povo que mantém sua crença a nossa deusa, e a presença de vocês está interferindo com a harmonia que prevalece a centenas de anos. Viemos pedir que se retirem e retornem de onde vieram, para que a normalidade desta região retorne como era antes!

Os cavaleiros olharam-se mutuamente por um instante, um deles pediu ao da armadura rosa (ressalva: rosa e amarelo eram amazonas) que fosse informar a trazer o chefe deles, imediatamente, não demorando, para que não somente o chefe deles aparece-se também a possuir uma armadura de cor branca como também outros nove (9) cavaleiros surgirem, com o mesmo padrão de armaduras, algumas de cores repetidas, e outras não, somando-se no total 15 cavaleiros em relação aos 6 do grupo de defensores da deusa lunar.

- Vocês são defensores da deusa Ártemis não é mesmo! E vossa deusa não gosta da presença de defensores de Atena em vosso território é isso! Mas pelo que sabemos, Atena é a deusa da terra, e Ártemis a deusa da lua, então o território de vocês é na lua e não aqui na terra! Creio estar certo em dizer, que quem está no território seja vocês e não a gente! Aqui estamos realizando um trabalho para ajudar e proteger a humanidade, se o povo aqui está gostando de nossa presença, é porque a deusa de vocês não deve estar cumprindo bem suas obrigações com o povo que acreditava nela. Não é verdade? Pois bem, diga a sua deusa, que eu Grindelf – Chefe dos Cavaleiros de Aço do 6º Batalhão da Zona 2, falou que ninguém irá se retirar desta região se não pela vontade e ordem da própria deusa Atena! E quem está interferindo aqui são vocês e não nós! (Grindelf )

- Sendo assim.. (Líder das satélites)



( Continua ... )
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