[HIST. PARALELA] Os novos Cavaleiros Lendários!

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Mensagem por Fenrir de Dragão em Ter Maio 05, 2015 10:24 am

Ataque na Floresta

Por um momento o clima entre nós três mudava drasticamente e ficava muito tenso, Kyokai esperava uma permissão? Ou uma ação do Seth? Eu não sabia, mas ficar na frente desses dois quase se matando seria uma burrice minha, a tarde se passava aos poucos e começava a escurecer e precisávamos achar algum lugar "seguro" para passar a noite, a cidade estava longe e o mais próximo era uma Floresta, Seth perguntava os nossos nomes e também oque fazíamos ali, como ele havia se apresentado, tinha que fazer o mesmo e não passar uma má impressão. - Meu nome é Fenrir. - O vento estava começado a ficar frio isso é um sinal de que a noite nesse local não será agradável e eu não gostaria de morrer de frio, percebi que nada entre ele e o Kyokai mudou, seus olhares uns pros outros ainda era de quem queria pular em cima e estrangular. - Eu e o Kyokai estamos treinando juntos, oque me diz de se juntar a nós? Mas antes de sua resposta, vamos sair daqui, aquela floresta parece ser um local mais adequado. - Falei, fazendo-o um convite e fui andando esperando por eles. Os dois me seguia, Kyokai andava ou pouco mais atrás no meu lado esquerdo e o Seth do lado direito e bem afastado, vai saber o por que. Ele me pareceu alguém que treina bastante, com certeza o seu mestre não pega leve em nada, mas é assim que os bons pupilos são feito, treinamento árduo é a chave para um pupilo forte, entramos na floresta que por sinal era bastante assustadora de noite, andamos um pouco mais para frente e achamos um local ótimo para dormir por essa noite, pedi ao Kyokai que fosse procurar por algo para comer enquanto eu tentava acender uma fogueira, não tinha nada que o Seth pode-se fazer então não pedi nada a ele. Kokai demorou um pouco, creio que por causa da escuridão, mas trouxe a comida, consegui acender a fogueira depois de várias tentativas e enfim comemos e matei a minha fome, claro que para ninguém ver meu rosto me virei e retirei a mascara, não sei se eles perceberam, mas meus ouvidos escutaram passos perto da gente, olhei para o Kyokai e depois para o Seth, continuei agindo como se nada tivesse acontecendo até por que se eu fizesse algo poderia ser que algo desse errado, mudei o meu olhar e mais uma vez olhei para os dois, dessa vez falei para ver oque acontecia. - Mas que deselegante, atacar-nos a noite. Mas isso não é lá um problema para mim, eu vim de um lugar mais escuro que esse. rs. - Falei com um tom sério e acredito que quem estava por perto escutou, três homens apareceram em cima das arvores, cada um em um galho e com certeza não queriam conversar, continuei sentado e esperei pela reação de Kyokai e Seth para fazer qual quer coisa.
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Mensagem por Joruno de Cisne em Ter Maio 05, 2015 5:13 pm






NCL




O grupo junta-se! A primeira batalha juntos?
Me parece que o homem que está à nossa frente sentiu-se incomodado pela minha atitude. De fato, fui deselegante. Mas, sabe! Por vezes não consigo controlar-me e como outrora já relatei: Não sou o líder.
Estou então aqui, em aguardo da ordem de Fenrir ou da ação do estranho. Penso se ele poderia esquivar-se de minha flecha. Até para um aspirante isso seria simples e creio que minha posição serve apenas como uma mera ameaça. Relaxo a minha mão direita, uma batalha corporal seria interessante também. Pergunto-me sobre o que ele pensa sobre esta situação. Bom, parece que ele pode ler meus pensamentos. Ou não, talvez fosse apenas uma pequena resposta...
- Meu nome é Seth.
Ele falou de forma que não me parece rude. Então deduzo que ele não deseja quaisquer embate. Mesmo com esse fato, não baixo minha guarda perante a ele. Ele então pergunta sobre o meu nome e os nossos interesses nesta terra. Por que eu o responderia? Ele é um estranho que mal vi e já pergunta o meu nome... Será que ele não consegue ver que foi rude?
!!!
Tomei conta!
Eu o perguntei o nome em primor. Eu tomei uma posição ofensiva, e logo depois, eu ( Sim, eu!), perguntei o nome dele. (EU!) Estou sendo rude e mal percebi! Outra gafe que cometi apenas hoje. Já penso: Devo ser mais cordial.
- Meu nome é Lucas de Carvalho. Contudo carrego a herança do nome Kyokai, me chame por esse nome. Bom, desculpe a minha posição. Não costumo sentir o cosmo de outras pessoas, e então fico com um certo receio. Fenrir sabe disso!
Começo a rir bem alto. Nunca fui bom com piadas, mas eu sempre rio das mesmas. Possivelmente tenho algum problema mental! E antes de completar a resposta para Seth, Fenrir dá uma resposta incompleta. Aproveitando o tempo da fala de Fenrir eu coloco o arco nas costas, já que não sentia mais nenhum cosmo. No fim do dizer de Fenrir, completo:
- Na verdade, acabamos de nos juntar. Estávamos a decidir o nosso objetivo quando nossa atenção foi desviada até você! Um grande “desvio”. Tal como Fenrir disse, que tal irmos até a floresta?
Embora tenha passado parte da minha vida aqui na Grécia, pouco me acostumei com as temperaturas baixas. Talvez eu tenha um pouco de aversão ao frio, já que a minha Belém fica bem próxima ao equador. Já na floresta, olho para Fenrir. Imagino se ele acha que ainda tenho alguma animosidade pelo Seth. A resposta seria não, aquilo fora da floresta foi apenas um impasse.
A noite é fria, há uma pequena neblina sobre a densa floresta. As árvores são robustas e têm um ar antigo, pois há algo verde que as impregna. Creio que isso não afetaria a rigidez da madeira, possivelmente essa aparência denota somente a fraqueza externa. O lugar onde estamos tem uma densidade arbórea menor do que as outras áreas. Com uma vegetação estranhamente rasteira, no passado talvez tivesse sido usado por outros humanos. Fenrir pediu-me para buscar lenha para servir como combustível para uma fogueira. Eu gosto de andar pela densa floresta já que faço isso desde pequeno, então busco de bom grado.
Andando pela floresta, percebo que os galhos são firmes e que raramente caem. Por isso tive que arrancar vários desses das árvores. Inclusive, vi um bode no caminho e o abati. Além de me servir como cobertor ele provavelmente vai me alimentar. Quero dizer, nos alimentar. Por vezes esqueço que não estou só. Uso da estrutura de uma grande folha para amarrar as pernas do bode e deixá-lo pendurado em meus ombros. Já a madeira coloco entre as costelas e os braços, segurando elas por toda extensão dos membros. Reflito sobre o que faremos a partir de agora, e qual empecilhos teremos. Chegando no local solto as madeiras e declamo:
- Além de temperatura eu ainda ofereço à vocês uma boa refeição. Sou um ótimo parceiro, me adorem! Hahahaha!
Com uma pedra lascada, corto o couro do bode e o limpo num lago próximo, não gosto do cheiro forte do sangue, isso ao menos diminuiria a intensidade dele. Volto para o lugar já aconchegado com o meu mais novo e pequeno cobertor! Cortei os braços e as pernas, deixando o resto nas minhas costas e a pele da cabeça sobre a minha cabeça! Rio para os dois, daí percebo que eles ainda não acenderam a fogueira.
- Você tem que fazer tudo com as suas mão hoje em dia, não é?! - Digo num tom humorístico.
Junto a madeira e antes que eu pudesse acender a madeira, Fenrir levanta e faz isso por mim. Demorou um pouco, mas ele conseguiu. Fiquei relativamente próximo à ela, para ter uma sensação de temperatura como a de minha terra natal. Pego a parte da coxa do bode com minha mão esquerda, e começo a arrancar pedaços. De boca cheia, falo:
-Ora, você não irão comer? Vou acabar devorando... (Nesse momento engoli) ...tudo.
Quando eu disse isso, percebo que Fenrir falou uma frase que não entendi muito.
!!!
Guerreiros nas árvores?
!!!
Por Apolo, que susto!
Levanto e saio de perto da fogueira, com uma frase pequena encaro eles:
- Querem se juntar à nós? Temos um chachorro do norte e um cara com cabeça de cão, duvido vocês serem mais interessantes que isso! Haha!









Última edição por Kyōkai em Sab Maio 09, 2015 1:57 pm, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Led de Coma Berenices em Sab Maio 09, 2015 12:24 pm

Finalmente, batalha




     Começava a escurecer quando a tensão entre os três diminuiu. Estava começando a esfriar, o que agradava muito Seth. Quando estava nas terras gélidas Seth percebera que existiam períodos onde o sol não se punha durante muito tempo, talvez até seis meses. Também existiam períodos em que o sol não nascia completamente. Dessa forma, ele se acostumara viver tanto na escuridão constante quanto na luz constante. Mas sempre estava frio. Ele estava apto a viver em quaisquer condições e, se precisasse viver em um deserto escaldante, também o faria e se acostumaria a isso tranquilamente.
     De princípio ele pôde perceber uma diferença gritante entre os dois homens à sua frente. O primeiro, que se chamava Fenrir, era um homem mais sério e mais centrado. Parecia ter mais experiência em combates e em sobrevivência, assim como parecia mais inteligente, talvez por isso fosse o líder.
     O segundo, que se denominava Kyokai, por algum motivo que Seth não entendeu, era mais esquentado, mais impulsivo e mais brincalhão. Seth reparou que ele falou algo do qual riu sozinho como se tivesse sido engraçado. Do contrário, apesar de parecer um tanto quanto mais jovem, ele parecia fisicamente mais forte e mais habilidoso para trabalhos manuais. Uma boa combinação, Seth pensou. O mais interessante era que essa característica destoante entre os dois transmitia ao aspirante a cavaleiro de ouro que Fenrir era anos mais velho que Kyokai, apesar dos dois terem aparentemente idades parecidas. Isso significava que, ou Kyokai era imaturo demais em comparação a Fenrir (o que Seth não achava que fosse), ou Fenrir realmente tinha muito mais idade do que aparentava. Mas para quem já vira demônios, portais, espectros e cavaleiros de ouro soltando gelo pelas mãos, Seth não se surpreenderia se realmente assim fosse.
     Os dois o convidaram para juntar-se a eles para seguir seu treino. De princípio Seth pensou em negar e continuar sua viagem, mas eles possuíam um interesse em comum, que era o de treinar. Isso o influenciou a decidir caminhar com eles, afinal talvez surgissem alguns desafios no caminho que serviriam como treinamento.
     Fenrir andou na frente, enquanto Kyokai foi ao seu lado, um pouco mais atrás. Seth manteve distância, primeiro porque não confiava naqueles homens, portanto precisaria ter espaço para tomar alguma atitude se assim fosse necessário e segundo porque precisaria de um amplo campo de visão para perceber qualquer coisa fora do comum.
     Caminharam até uma floresta assim que a noite caiu. A floresta era escura e densa, e havia esfriado consideravelmente. Para Seth isso não era um problema. Caminharam até um lugar que Fenrir atribuiu como um bom lugar para descansar e Seth concordou. Não seguiu sua ordem, apenas concordou com sua opinião e sentou-se, observando um leve movimento ao longe, que o deixou em um estado de alerta.
     Fenrir mandou que Kyokai fosse buscar comida. Seth notou que ele abriu a boca para lhe dirigir algo, mas logo desistiu e levantou para pegar madeiras para que pudesse fazer uma fogueira. Demorou um tempo até que o homem mais musculoso voltasse segurando um animal que parecia um bode e o outro conseguisse acender a fogueira. Seth apenas observou tudo, não estava com fome e não precisava do calor da fogueira para se esquentar. Estava ainda percebendo movimentos no topo das árvores, como se alguém estivesse lá os observando, agora mais de perto.
     Ambos prepararam a comida e comeram. Fenrir virou-se de costas e retirou sua máscara, Seth notou que o mesmo não queria lhes mostrar a face real e achou um tanto quanto curioso, essa era uma atitude que Ymir, seu mestre, lhe dissera que era tomada por amazonas.
     E então as sombras que ele vira chegaram perto demais.
     - Mas que deselegante, atacar-nos a noite – Fenrir disse, virando-se novamente para eles, com um tom sério e uma expressão desafiadora no rosto. - Mas isso não é lá um problema para mim, eu vim de um lugar mais escuro que esse.
     Seth já estava de pé quando olhou para cima e viu que havia três homens nos galhos das árvores. Pareciam soldados mais baixos, ou talvez bandidos, mas isso não importava. Encaravam os três com uma expressão de morte no rosto, mostrando os dentes.
     - Não sei vocês – Seth abriu a boca pela primeira vez desde que eles caminharam em direção à floresta. Estava com um sorriso malicioso. – Mas eu estou aqui para treinar.
     Imediatamente Seth percebeu que começaria uma batalha, e ele não hesitaria. Numa fração de segundo, instintivamente, foram formados os pares para batalha, pois no exato momento em que dois dos três bandidos pularam das árvores na direção de Fenrir e Kyokai, Seth saltou na direção do terceiro, que ainda estava em pé esperando por ele.
     A batalha foi rápida. Seth saltou, passando no meio dos outros dois bandidos (que pareceram nem ligar para sua presença) ainda no ar e pousou em um galho, tomando imediatamente impulso na direção do terceiro, que olhava para ele, mas parecia não ter movimentos. Chegando perto Seth pôde ver suas características. Era um homem de aproximadamente trinta anos, de pele clara e cabelos ruivos. Apesar da escuridão, ele pôde ver que o homem usava uma roupa preta apertada, feita especialmente para se camuflar nas sombras, que parecia não ter funcionado muito bem.
     Na próxima fração de segundo, antes de Seth virar a cabeça do homem para trás com um chute, ele pensou ter percebido um lampejo de medo, ou talvez de arrependimento. Ele tinha o costume de olhar nos olhos de sua vítima antes de tirar sua vida. Tinha a impressão de que no fundo gostava de ver aquele último lampejo da existência, aquele último suspiro, irem embora. Imaginou que, naquela fração de segundo, talvez toda a vida do homem tivesse passado em sua mente. Ou talvez não tivesse passado nada. Às vezes o fato de você saber que vai morrer não é o suficiente para que você se modifique a ponto de notar a mudança em si mesmo. Aquele homem era um bandido e, mesmo que não fosse, Seth estava lá para treinar. Jamais se importara em tirar a vida de quem o desafiasse, e não se importaria agora.
     O pescoço do homem estalou no momento em que girou 180º e uma grande quantidade de saliva misturada com sangue foi cuspida da sua boca. Seu corpo caiu no chão com a cabeça solta e a língua para fora. Seth, então, manteve-se no topo do galho de onde tinha acabado de tirar o homem, pronto para atacar os outros dois. Mas daria um voto de confiança naqueles dois homens que tinha acabado de conhecer, e observaria como eles lutavam, afinal talvez eles fossem seus próximos oponentes.
           





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Mensagem por Aquário em Qua Maio 13, 2015 4:09 pm
Ótima história, mal aguardo para ver a sequência!
Para todos 12 níveis!
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Mensagem por Fenrir de Dragão em Sab Maio 16, 2015 9:02 pm

Primeira luta em grupo?

Ah como eu queria ficar em um lugar sossegado apenas relaxando e curtindo a noite, infelizmente esses bandidos aparece para tirar o nosso sossego fazer oque né é pior para eles, quando percebi uma movimentação estranha antes mesmo de alertar aos outros sobre eles me perguntava se o Seth havia percebido algo assim como eu, Kyokai era o mais relaxado e pelo visto muito brincalhão só que algumas coisas eu não achava graça e por isso raramente eles vão me ver rir ou meu rosto completo, embora fosse Amazonas que cobrisse o rostos o meu caso era diferente, a minha mascara só cobria metade do meu rosto então não tinha muito problema o ruim era só para comer e então tive que fazer aquilo de me virar e degustar a comida, aqueles bandidos pareciam ser bem divertidos por um tempinho, mas eu estava cansado e com sono queria dormir logo, precisava acabar com essa brincadeira logo, Seth... Me parecia uma pessoa bem fria um pouco parecido comigo na personalidade e isso era interessante, seria ele um Cavaleiro de Atena? Te-lo como aliado seria muito bom, dois bandidos saltaram, um na minha direção e o outro na direção do Kyokai, não esperei ele chegar perto e então me agachei um pouco e botei força no pé para pegar impulso no pulo e assim ir na direção dele que não esperava uma reação dessa, pulei até ele com a mão direita fechada e acertando um soco na sua barriga, isso fazia com que ele se desequilibra-se no ar e fosse caindo de mal jeito, segurei-o pela garganta e apertei com muita força, no que ele caia no chão eu já estava bem perto dele e cai do seu lado, usei meu braço esquerdo para apertar a sua garganta com bastante força e quebra-la, o bandido segurava a minha mão na tentativa de tirar ela, mas isso não era o bastante, juntei o dedo indicador e do médio da mão direita e então enfiei em seus dois olhos um por um para cega-lo e causar mais dor a ele, forcei mais a mão esquerda quebrando sua garganta e fazer da sua boca um rio de sangue transbordando, a manga da minha camisa e minha luva sujava de sangue... Que merda, me levantei e segurei o bandido pelo cabelo e joguei ele no fogo que parecia acabar em pouco tempo, meu olhar sério como sempre porém bem frio um tanto sombrio, após isso olhei para o Seth ele me parecia bem forte e o tipo de Cavaleiro que eu não gostaria de enfrentar não sei o resultado de uma luta com ele, mas assim como o Kyokai era um resultado que eu não gostaria de saber, me sentei perto da fogueira e observei o corpo do bandido morto por mim queimar lentamente e aumentar a nossa fogueira. -Kyokai, não ouse demorar muito. - Finalizei a espera do resultado do Kyokai.
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Mensagem por Joruno de Cisne em Dom Maio 17, 2015 11:07 am






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violência! As faces dos guerreiros de atena!
Que incômodo, três desconhecidos aparecem na noite. Também, não posso negar que nós somos chamativos. Três homens - um com uma arma letal - acendem fogueira e parecem estar numa missão. Talvez seja tolice daqueles homens tentar atacar-nos, creio que se juntar seria uma estratégia mais válida. De súbito eles investem em um ataque, é o momento que devo demonstrar minhas habilidades de luta. O ambiente para, parece que estou estagnado no tempo. Uma pausa psicológica, digo. Isso sempre acontece quando eu devo pensar em alguma estratégia.
Ainda estou com a coxa do bode na minha mão direita, penso em soltá-lo para então pegar as flechas que estão em minhas costas. Não, estratégia inválida pelo tempo de execução da tarefa. Meu Arco é inútil neste momento, uma pena. Tomei conta, já sei o que farei. O tempo volta a correr e o guerreiro estica a mão para pegar o meu pescoço. Uma ideia inusitada, seguro firme a coxa (osso femoral), e quando ele está próximo o suficiente bato na sua mão. O golpe foi o suficiente para desorientar o oponente de seu objetivo. Eu solto a coxa do bode e então segurei as duas mãos dele, seguido de jogar-o no chão. De forma rápida sentei em cima dele e o imobilizei, será de grande utilidade usar do conhecimento dele.
- Ora, por que nos ataca? De onde vocês vêm?
Neste momento dou-me conta do que os meus companheiros fizeram. Um espanto, pois digo. Eles mataram os oponentes de forma cruel, ainda posso ouvir um deles gritando na fogueira. O que posso dizer, atitudes de guerreiros de Atena.
-Que violência, vocês não estão interessados para saber o que eles têm a dizer?









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